- Desmatamento
1991 - 2000
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Cobertura Vegetal
1999
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Distribuição da Vegetação no Município
1999
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Alteração da Vegetação Significativa na Bacia do Cabuçu de Baixo
2002
escala 1:40.000 (DWF), 1:80.000 (JPG) e 1:40.000 (PDF)
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- Alteração da Vegetação Significativa na Bacia do Cabuçu de Baixo (detalhe)
2002
escala 1:20.000 (DWF), 1:40.000 (JPG) e 1:20.000 (PDF)
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* Para visualizar os mapas, consulte a seção Índice de Mapas



Córrego Cabuçu de Baixo


Escolheu-se a Bacia do Córrego Cabuçu de Baixo como área piloto do município para estudos de detalhe da vegetação significativa e de uso do solo para as áreas públicas.

Foram utilizadas as informações representadas na publicação “Vegetação Significativa do Município de São Paulo” (SECRETARIA ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE / SECRETARIA MUNICIPAL DO PLANEJAMENTO, 1988), considerando que os maciços arbóreos e os espécimes isolados mapeados nesta publicação servem de base para o Decreto Estadual nº 30433/89, que os considera imunes ao corte.

As cartas que recobrem a área da Bacia foram escanerizadas e posteriormente vetorizadas, gerando um arquivo digital que possibilitou o registro associado com a rede viária e com a imagem de satélite Ikonos. Através de interpretação visual de dados foi possível avaliar a situação atual das áreas de vegetação significativa indicadas em 1988.

Foi utilizada a imagem IKONOS multiespectral, com resolução espacial de 4m, do dia 24 de setembro de 2000, (nas bandas verde 0.52 - 0.60µ vermelho 0.63 - 0.69µ, infravermelho próximo 0.76 - 0.90µ), embora as faixas correspondessem a dois modos distintos de aquisição, como pôde ser observado na variação de textura do Índice de Vegetação, indicando a necessidade de análise separada destes dados.

Bases de dados de apoio

Todos os dados utilizados foram registrados para o sistema de coordenadas UTM (fuso 23, Datum Córrego Alegre) de forma a constituírem uma base compatível e facilitar a interpretação visual de dados da imagem com base nas referências espaciais das demais bases de dados.

Foi utilizada a base matricial das cartas da publicação Vegetação Significativa do Município de São Paulo (na escala 1:10.000), as quais foram digitalizadas no âmbito do projeto.

Para o desenvolvimento desta análise utilizou-se ainda os seguintes dados vetoriais, provenientes da base digital do Atlas Ambiental:

· Limite da Bacia

· Eixo de Logradouros da Bacia do Cabuçu

· Limites das Reservas – Parque Estadual da Cantareira e Parque Estadual Alberto Loefgreen – da área.

Para limitação da área de trabalho foram utilizados os vetores do limite da Bacia do Cabuçu e aplicado um Buffer de 500 metros para processamento dos dados. Estes vetores foram extraídos da Base do Atlas em formato DXF e exportados para o formato Shapefile.

Através de análise espacial, foram extraídas somente as feições pertencentes à área de abrangência deste estudo das bases utilizadas.

Os dados vetoriais e matriciais utilizados possibilitaram a verificação das diferenças entre o limite do Parque Estadual da Cantareira que pode ser observado na publicação “Vegetação Significativa do Município de São Paulo“ (SECRETARIA ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE / SECRETARIA MUNICIPAL DO PLANEJAMENTO, 1988) e o constante na base digital do Atlas Ambiental. Para o desenvolvimento do trabalho optou-se por preservar o limite definido na Base do Atlas e corrigir as distorções no mapa final.

Justificativa - Resolveu-se adotar a Bacia Hidrográfica do córrego Cabuçu de Baixo como área piloto para atualização da vegetação significativa do Município de São Paulo por ser uma área que apresenta uma série consistente de dados. Esta bacia é tema de alguns projetos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, cujos resultados serviram de fonte a este relatório.

O projeto mais importante nesta área, que forneceu a maior parte dos dados e dos mapas deste relatório é o projeto Gerenciamento Integrado de Bacias Hidrográficas em Áreas Urbanas (Projeto 02-CIAMB-01/97-03/01-2).

Este trabalho, cujo executor é a Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica (FCTH), é desenvolvido em conjunto entre Escola Politécnica da USP e a Divisão Técnica de Planejamento Ambiental da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de São Paulo.

Sistema de informações Geográficas (SIG) - Um de seus subprojetos, a criação de um Sistema de informações Geográficas - SIG, foi desenvolvido para subsidiar o Modelo de Suporte a Decisão Hidrológico. Este SIG, desenvolvido na Escola Politécnica da USP com o apoio técnico e de infra-estrutura dos seguintes Departamentos: Transportes, Hidráulica e Saneamento e de Construção Civil, contou também com o suporte da Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica (FCTH) e colaboração da Divisão Técnica de Planejamento Ambiental da Secretaria Municipal do Meio Ambiente de São Paulo e da Administração Regional da Freguesia do Ó, onde está localizada a Bacia do Rio Cabuçu de Baixo.

O córrego do Cabuçu de Baixo é um dos afluentes da margem direita do rio Tietê, com sua foz situada próxima à ponte da Freguesia do Ó. Sua bacia hidrográfica está localizada ao norte do Município de São Paulo, possui uma área aproximada de 42 km2 e é composta por vários outros córregos cujas nascentes estão ao norte, dentro do Parque Estadual da Cantareira, um dos mais importantes remanescentes de Mata Atlântica do Município de São Paulo e considerado pela UNESCO como reserva da biosfera, ocupando 30% de toda a bacia.

A bacia é constituída por relevo de morros e montanhas com grandes declividades na sua porção norte, que vai suavizando até alcançar na sua porção final a planície aluvial do Rio Tietê. A região de relevo mais acidentado, antiga zona rural, é justamente aquela com ocupação mais recente, caracterizada por invasões e ocupações desordenadas que provocam intenso desmatamento em áreas de risco geológico. Na bacia existem aproximadamente 150 favelas, sendo 28 localizadas em áreas críticas de risco geotécnico, todas na porção norte da bacia.

Objetivo - Estes dados iniciais retratam condicionantes que interferem de forma significativa no uso e ocupação do solo da bacia. O objetivo deste estudo não é avaliar estes condicionantes, mas analisar as interferências do processo de urbanização nas áreas verdes da bacia.

Para isso o relatório foi dividido em dois estudos distintos: o primeiro é a atualização da publicação Vegetação Significativa do Município de São Paulo (Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo, 1988) na área da bacia, e o segundo avalia o uso e ocupação real das áreas públicas da bacia que inicialmente foram destinadas a fazer parte do sistema de áreas verdes de São Paulo.

Para ver o relatório ambiental completo da cidade e mais informações sobre este tema, faça download do Atlas Ambiental do Município de São Paulo, disponível em pdf.





Atlas Ambiental do Município de São Paulo


atlasambiental@prefeitura.sp.gov.br