- Desmatamento
1991 - 2000
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Cobertura Vegetal
1999
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Distribuição da Vegetação no Município
1999
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Alteração da Vegetação Significativa na Bacia do Cabuçu de Baixo
2002
escala 1:40.000 (DWF), 1:80.000 (JPG) e 1:40.000 (PDF)
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- Alteração da Vegetação Significativa na Bacia do Cabuçu de Baixo (detalhe)
2002
escala 1:20.000 (DWF), 1:40.000 (JPG) e 1:20.000 (PDF)
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* Para visualizar os mapas, consulte a seção Índice de Mapas



Desmatamento


Desmatamento nos distritos periféricos - Conforme pode ser verificado no mapa de desmatamento, o Município de São Paulo perdeu, entre 1991 e 2000, 5.345 ha de cobertura vegetal. Esta perda ocorreu de forma intensiva nos distritos periféricos, muitos dos quais abrigavam paisagem rural no início da década de 90.

A análise das informações obtidas indica o avanço da mancha urbana sobre a zona rural do município. Na zona Sul, comprometendo áreas de proteção aos mananciais; na zona Norte, se aproximando perigosamente dos parques da Cantareira, do Jaraguá e Anhanguera e na zona Leste, provocando o isolamento dos fragmentos existentes na APA do Carmo e ampliando o quadro de degradação ambiental.

A soma da área desmatada em dez distritos, Jd. Ângela, Parelheiros e Grajaú, na zona Sul; Tremembé, Perus, Anhanguera e Jaraguá, na zona Norte e Iguatemi, Cid. Tiradentes e São Rafael na zona Leste, totaliza 56% do total. Vale ressaltar que, segundo dados do censo de 2000, estes distritos estão entre os que mais cresceram em população, no período estudado (veja tabela demonstrativa).

Desmatamento na região urbana consolidada - Nas regiões de urbanização consolidada, praticamente não foi constatado desmatamento, obviamente porque a cobertura vegetal já era escassa em 1991. Veja a tabela que mostra a quantificação da perda de cobertura vegetal por distrito administrativo.

O mapa da exclusão/inclusão social da cidade de São Paulo (Sposati, 2000), aponta que o crescimento populacional de São Paulo tem um caráter altamente discrepante se o analisamos a partir de um exame distrital.

De fato, entre 1991 e 2000, enquanto os distritos centrais perderam população, com taxas de crescimento populacional de até -30,4% para o Pari, os periféricos apresentaram crescimento que chegam a 209%, como é o caso do Anhanguera.

A sobreposição dos resultados obtidos para desmatamento no período 1991-2000 ao mapa da taxa de crescimento populacional por distrito, no mesmo período, confirma que o padrão periférico de expansão urbana exerce enorme pressão sobre os já minguados remanescentes florestais do município de São Paulo.

Iniciativas de conservação - Medidas de proteção ao patrimônio natural e à biodiversidade restante na cidade, como implantação de unidades de conservação e aprimoramento da fiscalização, são essenciais e urgentes, no entanto, elas não serão suficientes se não vierem acompanhadas de medidas efetivas para reversão





Distritos que mais cresceram no período


Perda de cobertura vegetal por distrito


Crescimento populacional e desmatamento


atlasambiental@prefeitura.sp.gov.br