- Desmatamento
1991 - 2000
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Cobertura Vegetal
1999
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Distribuição da Vegetação no Município
1999
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Alteração da Vegetação Significativa na Bacia do Cabuçu de Baixo
2002
escala 1:40.000 (DWF), 1:80.000 (JPG) e 1:40.000 (PDF)
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- Alteração da Vegetação Significativa na Bacia do Cabuçu de Baixo (detalhe)
2002
escala 1:20.000 (DWF), 1:40.000 (JPG) e 1:20.000 (PDF)
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* Para visualizar os mapas, consulte a seção Índice de Mapas



Arborização Urbana


A arborização viária é essencial na composição do verde urbano e desempenha importante papel na manutenção da qualidade ambiental das cidades, influenciando significativamente nas condições microclimáticas.

Por que plantar árvores - Na cidade de São Paulo sua importância é potencializada em virtude da grande carência de áreas verdes: em muitos bairros o espaço disponível para o plantio de árvores se limita às calçadas, pois o estoque de terrenos destinados à implantação de parques e praças se esgotou, como conseqüência da sua ocupação por favelas ou mesmo da sua utilização para outros fins, pelo próprio poder público.

Contudo, uma árvore tem que concorrer pelo espaço da calçada: no subsolo com as redes de distribuição de água, gás e coleta de esgoto; na superfície com os postes, placas e guias rebaixadas e no nível da copa, com a fiação telefônica e elétrica. Isto limita as possibilidades na escolha de espécies, dificultando a arborização urbana.

A percepção humana frente à natureza e em particular sobre as árvores plantadas nos logradouros é outro fator que complica a implantação do verde viário: o índice de árvores plantadas em SP que atingem a idade adulta é baixíssimo, principalmente por causa da depredação.

Além disso, a árvore é muitas vezes percebida como um obstáculo ou mesmo um estorvo, seja por realmente causar danos às edificações, no caso da espécie errada plantada em local errado, ou simplesmente porque suas folhas e flores fazem muita "sujeira".

Tipuanas, Sibipirunas, Paineiras, Ipês, Paus-ferro, Jacarandás-mimosos, Quaresmeiras, Manacás-da serra, Cássias, entre outras, são algumas das espécies encontradas com maior freqüência nas ruas de São Paulo.

A ocorrência e adensamento de determinadas espécies, segundo a publicação "Vegetação Significativa do Município de São Paulo” (SECRETARIA ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE / SECRETARIA MUNICIPAL DO PLANEJAMENTO, 1988) se explica pelas particularidades culturais dos habitantes, por seus usos e costumes e, principalmente pela sua maneira de pensar e agir diante da natureza.

Espécies exóticas como o Eucalipto, o Ligustro, os diversos tipos de Pinheiros, Ciprestes e Ficus também compõem a flora viária da cidade, representando a importante influência cultural dos imigrantes.

Concentração de áreas verdes - Infelizmente a distribuição do verde viário na cidade é desigual, refletindo o modelo de concentração fundiário e de renda. Assim, pode-se perceber que os bairros e vias arborizadas localizam-se nas regiões habitadas pela classe média-alta e se originaram de loteamentos de alto padrão.

Já naquelas ocupadas pela população menos favorecida a situação é crítica, pois as vias e calçadas são estreitas e o recuo mínimo muitas vezes não é respeitado, limitando e dificultando a arborização.

Nos chamados bairros jardins e nos bairros arborizados, tais como Pacaembu, Jardim Paulista, Jardim Europa, etc, a presença da arborização viária é marcante, em composição com as várias praças e jardins residenciais. Em contrapartida, a Avenida Paulista, carece de verde viário, o mesmo ocorrendo na região central do município e nos bairros da periferia, o que compromete a qualidade ambiental.

Para ver o relatório ambiental completo da cidade, faça download do Atlas Ambiental do Município de São Paulo, disponível em pdf.





Atlas Ambiental do Município de São Paulo


atlasambiental@prefeitura.sp.gov.br