- Desmatamento
1991 - 2000
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Cobertura Vegetal
1999
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Distribuição da Vegetação no Município
1999
escala 1:100.000 (DWF), 1:200.000 (JPG) e 1:100.000 (PDF)
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- Alteração da Vegetação Significativa na Bacia do Cabuçu de Baixo
2002
escala 1:40.000 (DWF), 1:80.000 (JPG) e 1:40.000 (PDF)
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- Alteração da Vegetação Significativa na Bacia do Cabuçu de Baixo (detalhe)
2002
escala 1:20.000 (DWF), 1:40.000 (JPG) e 1:20.000 (PDF)
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* Para visualizar os mapas, consulte a seção Índice de Mapas



Parques


O processo de expansão urbana foi particularmente perverso com os espaços públicos da cidade, em especial com os destinados à implantação de parques. Até 1860, a cidade contava com apenas um parque, o Jardim da Luz. No período de 1890 a 1920 este número atinge 4 parques - Parque Villon (atual Siqueira Campos), Jardim da Aclimação, Praça Buenos Aires e o já implantado Jardim da Luz. Entre 1950 a 1980 são criados mais 11 parques, entre eles o Ibirapuera, do Carmo e Anhanguera.

Implantação de Parques na cidade - Nos últimos 20 anos tem-se a criação de mais 16 parques, totalizando os atuais 31 parques no município e o CEMUCAM, em Cotia. Cabe ressaltar a fase de implantação do Parque do Rodeio, em Guaianases, próximo ao COHAB Cidade Tiradentes e a proposta de criação de mais 30 parques até 2010.

Este histórico de implantação reflete-se na diversidade de características e singularidades dos parques existentes, que cumprem assim as mais variadas funções, constituindo-se desde importantes áreas de lazer até significativas áreas de preservação de vegetação nativa, banco genético e refúgio para a fauna urbana, podendo ser consideradas unidades de conservação.

Como áreas de lazer recebem nos finais de semana mais de 440.0000 usuários (quando da realização de shows), destacando-se os Parques Ibirapuera, com cerca de 200.000 usuários e do Carmo com até 134.000. Pela sua importância paisagística, arquitetônica e cultural, muitos parques são tombados pelo COMPRESP e pelo CONDEPHAAT, entre eles o Parque Ibirapuera, Luz, Independência, Trianon (Siqueira Campos), Alfredo Volpi, Buenos Aires, Aclimação e em processo de tombamento no COMPRESP, encontra-se o Parque da Previdência.

Os Parques da Previdência, Alfredo Volpi, do Carmo e Santo Dias têm características naturais bastante relevantes, abrigando importantes porções de mata remanescentes, sendo que particularmente no Santo Dias, situado no Conjunto Adventista, em Capão Redondo, tais porções encontram-se em melhores condições de preservação.

Existem ainda cinco Centros de Educação Ambiental instalados nos Parques Ibirapuera, da Previdência, do Carmo, Guarapiranga e Luz.

Dificuldades - Apesar das importantes funções dos parques como espaços públicos, de apropriação coletiva e como atenuantes de condições ambientais adversas, a cidade tem sérias dificuldades na implantação de novos parques, tais como a falta de recursos financeiros e pela ausência de novas áreas, na zona urbana consolidada.

A localização dos parques reflete ainda a extrema desigualdade em sua distribuição espacial, que coincide com a exclusão social da população. A maior concentração se dá na área consolidada, restando na periferia apenas parques isolados, como o Parque do Carmo, Raul Seixas e Chico Mendes na zona leste, o Anhanguera na porção oeste e os parques do Guarapiranga e Santo Dias, na zona sul.

Veja o mapa dos parques e unidades de conservação do município de São Paulo.





Parques de São Paulo


Mapa de parques - formato DWF


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